Dicionário de Espiritismo-M

Letra M

Dicionário de Espiritismo-M

Dicionário de Espiritismo Letra M

Dicionário Espírita

Dicionário Espírita, vocabulário espírita, kardecista

Dicionário Espírita

Maçonaria [do francês maçonnerie]- Sociedade parcialmente secreta, cujo sistema filosófico se consagra à edificação moral da sociedade, à fraternidade e à filantropia, e cujos ritos e símbolos derivam em grande parte de cultos e doutrinas da antigüidade.

Macrocosmo [do grego makrós + kósmos] – Universo. O mundo das coisas grandes, das galáxias, em oposição ao das coisas pequenas, o microcosmo atômico.

Mácula [do latim macula] – 1. Mancha; nódoa. 2. Desonra; infâmia.

Macumba [do quimbundo ma’kûba] – 1. Sincretismo religioso afro-brasileiro, derivado do candomblé, que recebeu influências de religiões africanas, de religiões indígenas brasileiras e do Catolicismo. 2. O ritual correspondente a esse sincretismo. 3. Por derivação, magia negra. 5. Por ignorância ou má intenção, adversários gratuitos muitas vezes tentaram associar o Espiritismo a esse sincretismo, os quais, por evidente, nada têm em comum, a não ser o contato mediúnico com Espíritos desencarnados.

Macumbeiro [do quimbundo ma’kûba + -eiro] – Partidário ou praticante da macumba.

Magia [do latim magia] – Ciência e arte que pretende atuar sobre a natureza, empregando conscientemente poderes invisíveis, para obter resultados visíveis, mesmo contrários às suas leis.

Magnético [do francês magnétique] – 1. Relativo ao magneto ou ímã, ou ao magnetismo. 2. Propriedade que alguns corpos apresentam de atrair e reter outros. 3. Que exerce forte atração ou profunda influência.

Magnetismo [do francês magnétisme] – 1. É o processo pelo qual o homem, emitindo energia do seu perispírito, age sobre outro homem, bem como sobre todos os corpos animados ou inanimados. 2. O magnetismo, chamado também de magnetismo animal, pode ser assim definido: ação recíproca de dois seres vivos por intermédio de um agente especial chamado fluido magnético. Ver: Passe.

Magnetização [do francês magnétis(er) + -ação] – 1. Ato ou efeito de magnetizar. 2. Processo pelo qual se magnetiza um corpo, imantação. 3. O passe magnético, pela imposição das mãos do magnetizador.

Magnetizador [do francês magnétis(er) + -ador] – Aquele ou que magnetiza; magnetizante; passista.

Magnetizar [do francês magnétiser] – 1. Transferir o magnetismo. 2. Atrair, fascinar. 3. Dominar, influenciar a vontade de alguém.

Maiêutica [do grego maieutikós] – Processo dialético e pedagógico, inicialmente usado por Sócrates, em que se multiplicam as perguntas a fim de obter, por indução dos casos particulares e concretos, um conceito geral do objetivo em questão.

Mal [do latim malu] – 1. Ausência ou privação do bem devido, do bem que deveria existir e não existe. 2. Aquilo que se opõe ao bem, à virtude, à probidade, à honra. 3. A transgressão às leis divinas e os seus efeitos.

Maldade [do latim malitate] – Qualidade de mau. Ação má ou ruim. Iniquidade; perversidade; crueldade.

Maldizente [do latim maledicente] – Que ou quem fala mal dos outros; maledicente.

Maldizer [do latim maledicere] – Dizer mal; praguejar; imprecar; blasfemar. Ver: Maledicência.

Maledicência [do latim maledicentia] – 1. Ação de maldizer; falar mal de alguém. 2. Maldizente, detração, difamação, murmúrio. Ver: Maldizer.

Maledicente [do latim maledicente] – O mesmo que maldizente.

Malícia [do latim malitia] – 1. Propensão para o mal. 2. Dissimulação; astúcia; manha. 3. Mordacidade, marotice.

Manancial [de manante] – 1. Que mana ou corre abundantemente e sem cessar. 2. Nascente de água; fonte. 3. Origem, princípio.

Manifestação [do latim manifestatione] – 1. Ato ou efeito de manifestar. Demonstração expressa, pública e coletivamente, de sentimentos e idéias. 2. Ato pelo qual o Espírito revela a sua presença. As manifestações podem ser: ocultas – não ostensivas, quando o Espírito age sobre o pensamento; patentes – quando apreciáveis pelos sentidos; físicas – quando se traduzem por fenômenos materiais, tais como ruídos, movimento e deslocamento de objetos; inteligentes – quando revelam um pensamento; espontâneas – independentes da vontade e ocorrem sem que nenhum Espírito seja chamado; provocadas – efeitos da vontade, do desejo ou de uma evocação determinada; aparentes – quando o Espírito se faz visível. Ver: Aparição.

Maravilha [do latim mirabilia] – 1. Ato ou fato fora do comum; assombroso; admirável; extraordinário; prodigioso; sobrenatural. 2. Beleza, encanto, fascínio, primor.

Maravilhoso [do latim mirabili (a) + -oso] – O que maravilha.

Matéria [do latim materia] – 1. Qualquer substância sólida, líquida, gasosa ou radiante existente em nosso mundo físico. 2. Laço que prende o Espírito; agente, intermediário, com o auxílio do qual e sobre o qual atua o Espírito.

Material [do latim materiale] – Respeitante ou pertencente à matéria. Constituído por matéria. Que se opõem a espiritual, que se refere apenas ao corpo. Pesado, maciço, grosseiro.

Materialismo [do latim materiale + -ismo] – 1. Sistema dos que sustentam que tudo é matéria no homem e que, assim, nada sobrevive nele após a destruição do corpo. O materialismo que se baseia apenas na negação, não pode fazer face à evidência dos fatos. 2. Caracteriza falta de elevação espiritual.

Materialização [do latim material(e) + iz + ação] – 1. Ato ou efeito de materializar. 2. Propriedade do perispírito de se tornar visível e tangível. Ver: Ectoplasmia e Estereológica.

Materializar [do latim material (e) + -iz + ar] – 1. Tornar material. 2. Atribuir qualidades da matéria a alguma coisa ou a alguém. 3. Adensar, reconvertendo valores fluídicos, tangibilizar e tornar visível objeto antes invisível e intangível ou Espírito.

Matriz [do latim matrice] – Que dá origem; molde, base, fonte.

Medianímico [do latim mediu + anima + -ico] – Qualidade do poder dos médiuns; faculdade de intermediário através dos recursos de sua própria alma.

Medianimidade [do latim mediu + anima + -idade]- Faculdade dos médiuns; sinônimo de mediunidade. Essas duas palavras, amiúde, são empregadas indiferentemente. Querendo fazer uma distinção, poder-se-ia dizer que mediunidade tem um sentido mais amplo; medianimidade, um sentido mais restrito. Ver: mediunidade.

Médium [do latim medium] – 1. Pessoa acessível à influência dos Espíritos, e mais ou menos dotada da faculdade de receber e transmitir suas comunicações. Para os Espíritos, o médium é um intermediário, um instrumento segundo a natureza ou o grau da faculdade mediúnica. Esta faculdade depende de uma disposição orgânica especial, suscetível de desenvolvimento. 2. Há uma diversidade de médiuns: falantes (psicofonia), escreventes (psicografia), videntes, audientes, curadores, etc..

Mediunato [do latim medium + actu]- Nome criado pelos Espíritos, para significar a missão providencial dos médiuns, a ação mediúnica que eles desenvolvem durante a reencarnação.

Mediunidade [do latim medium + -idade] – Faculdade que a quase totalidade das pessoas possuem, umas mais outras menos, de sentirem a influência ou ensejarem a comunicação dos Espíritos, tanto que Allan Kardec afirma serem raros os que não possuem rudimentos de mediunidade. Em alguns, essa faculdade é ostensiva e necessita ser disciplinada, educada; em outros, permanece latente, podendo manifestar-se episódica e eventualmente. Ver: medianimidade.

Mediunismo [do latim medium + -ismo] – Prática indevida da mediunidade, distante do conhecimento do seu mecanismo e das regras de segurança aconselhadas pelo Espiritismo.

Melindre [do espanhol melindre] – 1. Delicadeza de trato, amabilidade. 2. Pudor. 3. Afetação. 4. Facilidade de ofender-se, suscetibilidade.

Memória extracerebral – 1. Designação dada pelo pesquisador indiano Hamendras Nat Banerjee para as lembranças espontâneas de um passado pelo qual a criatura não registra vivência na presente vida. 2. A memória que extrapola as possibilidades do cérebro físico.

Mérito [do latim meritu] – Merecimento; valor moral ou intelectual.

Meritório [do latim meritoriu] – Louvável; que merece prêmio.

Messias [do hebraico mashiah, pelo latim messias] – 1. Pessoa apontada como escolhida e enviada por Deus para revelar um caminho de redenção às demais criaturas. 2. Líder carismático, pessoa esperada ansiosamente. 3. Jesus é o Messias, considerado o ungido de Deus e modelo e guia da humanidade pelos Espíritos superiores.

Mestre [do latim magister, pelo espanhol maestre e pelo francês arcaico meestre] – 1. Pessoa que ensina; professor, perito versado em uma ciência ou arte. 2. Homem de saber; aquele que se mostra superior em alguma coisa. 3. O único título que Jesus aceitou ostentar em sua jornada de ensino.

Metabolismo [do grego metabolé + -ismo] – 1. Conjunto de transformações químicas. 2. Conjunto de mecanismos químicos necessários às estruturas celulares do organismo corporal e também à produção da energia indispensável às reações bioquímicas e demais manifestações da vida.

Metabolizar [do grego metabol (é) + iz + -ar] – Realizar o metabolismo de.

Metafísica [do grego metà tà physikà] – 1. Segundo o conceito aristotélico, é o estudo do ser enquanto ser, especulando os primeiros princípios e as causas primeiras. 2. Transcendência.

Metafísico [do grego metà tà physikà] – Relativo ou pertencente à metafísica; transcendente.

Metempsicose [do grego metempsychosis, pelo latim metempsychose] – 1. Transmigração da alma de um corpo para outro. 2. Doutrina filosófica de origem indiana, transportada para o Egito, de onde mais tarde Pitágoras a importou para a Grécia. Ensinava ser possível uma mesma alma, depois de um período mais ou menos longo no mundo dos mortos, voltar a animar outros corpos de homens ou de animais, até que transcorra o tempo de sua purificação e possa retornar à fonte da vida. Como se constata, há uma diferença capital entre a metempsicose e a doutrina da reencarnação: em primeiro lugar, a metempsicose admite a transmigração da alma para o corpo de animais, o que seria uma degradação; em segundo lugar, esta transmigração não se operaria senão na Terra. Os Espíritos lecionam o contrário, que a reencarnação é um mecanismo de progresso constante, sem retrocesso, que o homem é um ser cuja alma nada tem de comum com a dos animais, que as diferentes existências podem realizar-se, quer na Terra, quer, por uma lei progressiva, em mundos de ordem superior, até que se torne Espírito purificado.

Método [do grego méthodos] – 1. A forma de atingir um objetivo, caminho para alcançar um fim. 2. Programa que regula previamente determinadas operações, para atingir ao fim especificado. 3. Processo ou técnica de ensino. 4. Modo de proceder, meio ou maneira de agir.

Método experimental – Processo pelo qual se experimenta algo, coloca-se à prova através da observação, repetição e comparação dos fatos, chegando assim a conclusões. Foi o adotado por Allan Kardec para com os fatos e os fenômenos espíritas.

Método indutivo – Processo racional, através do qual se estabelece lei geral mediante a observação de casos particulares. Método também usado pelo Codificador da Doutrina Espírita, em que, pela observação dos efeitos, remontou-se às causas.

Microcosmo [do grego mikrókosmos, pelo latim microcosmu] – Mundo pequeno; universo atômico ou subatômico; área reduzida.

Microfotografia [do grego mikrós + photós + gráph (o) + ia] – 1. Processo de obtenção de fotografia reduzida em suas dimensões. 2. A fotografia obtida pelo referido processo.

Milagre [do latim miraculu] – 1. Algo espantoso, admirável, que causa surpresa. 2. Prodígio, maravilha. 3. Acontecimento inexplicável pelas leis naturais, extraordinário.4. A ciência espírita, revelando as leis que regem os fenômenos antes inexplicáveis, dá explicação adequada ao que anteriormente se denominava milagre.

Missão [do latim missione] – 1. Estabelecimento, instituição de missionários. 2. Ofício, ministério. 3. Incumbência; compromisso; obrigação; encargo; dever a cumprir.

Missionário [do francês missionaire] – 1. Propagandista, defensor de uma idéia. 2. Aquele que missiona, que prega a fé, evangeliza.

Mistério [do grego mystérion] – 1. Conceito antigo: conjunto de doutrinas e cerimônias religiosas que só eram conhecidas e praticadas pelos iniciados; culto secreto. 2. Objeto de fé ou dogma religioso que é impenetrável à razão humana. 3. Tudo aquilo que a inteligência humana é incapaz de explicar ou compreender.

Mística [do latim mysticu] – 1. Vida religiosa e contemplativa 2. Atitude baseada em crença ardorosa, sem racionalidade.

Misticismo [do grego mystikós, pelo latim mysticu + -ismo] – 1. Crença ou doutrina dos místicos. 2. Disposição para crer no sobrenatural, no que não tem embasamento na realidade. 3. Crença religiosa ou filosófica que admite comunicação oculta entre o homem e a divindade. 4. A Doutrina Espírita não tem familiaridade alguma com o misticismo e nem abona sua prática.

Místico [do grego mystikós, pelo latim mysticu] – 1. Misterioso e espiritualmente alegórico ou figurado. 2. Relativo à vida espiritual contemplativa. 3. Devoto, religioso, contemplativo, piedoso.

Mistificação [do francês mystifier] – 1. Ato ou efeito de mistificar. 2. Logro; burla; engano. 3. Espíritos mistificadores mostram-se normalmente de forma enganadora, podendo usar identidade usurpada e discorrer até sobre o que não sabem, aproveitando-se da boa fé ou da ignorância dos que os recebem.

Mistificar [do francês mystifier] – Abusar da credulidade de; enganar, iludir, burlar, lograr, embaraçar.

Mito [do grego mythos, pelo latim mythu] – 1. Fato ou personagem real representado de forma exagerada pela imaginação popular e pela tradição. 2. Idéia que não tem correspondência com a realidade; coisa fantasiosa, irreal, utópica. 3. Idéia ou doutrina exposta de forma imaginativa simbolizando e sugerindo a verdade que se quer transmitir.

Mitologia [do grego mythología] – 1. Estudo do conteúdo, origem, influência e trajetória dos mitos. 2. História fabulosa das divindades pagãs. Compreende-se igualmente sob este nome a história de todos os seres extra-humanos que, sob diversas denominações, sucederam aos deuses pagãos da Idade Média; é assim que temos a mitologia escandinava, teutônica, céltica, escocesa, irlandesa, etc..

Mnemônico [do grego mnemonikós] – 1. Referente à memória; mnêmico. 2. Fácil de reter na memória. 3. Que auxilia a memória.

Modelo organizador biológico (MOB) – Definição dada pelo cientista espírita Hernani Guimarães Andrade para o perispírito, porque o mesmo serve de molde, esboço e forma para o corpo físico.

Moldagem [do espanhol molde + do latim -agem] – 1. Processo de fazer molde. 2. O resultado do molde. 3. Os objetos materializados através de molde ectoplásmico, nas sessões de ectoplasmia ou de materialização.

Molde [do espanhol molde] – Modelo ou matriz pela qual se talha ou se forma uma reprodução.

Mônada [do latim monada] – 1. Organismo simples, que se pode tomar por unidade orgânica. 2. Elemento simples e indivisível, que se constitui forma viva primária.

Monismo [do grego mónos + -ismo]- Doutrina filosófica segundo a qual o conjunto das coisas pode ser reduzido à unidade, quer do ponto de vista da sua substância, quer do ponto de vista das leis pelas quais o universo se ordena.

Monoideísmo [do grego móno(s) + -idéa + -ismo] – Estado em que o psiquismo se acha dominado por uma idéia central; fixação em uma única idéia. Ver: Obsessão.

Monoteísmo [do grego mónos + theós + -ísmo] – Sistema ou doutrina daqueles que admitem a existência de um único Deus.

Moral [do latim morale] – 1. Conjunto de regras de conduta consideradas como válidas, quer de modo absoluto para qualquer tempo ou lugar, quer para grupo ou pessoa determinada. 2. Sistema de idéias que tem por finalidade orientar o uso da liberdade pessoal mediante a distinção entre o bem e mal, de modo que a conduta não acarrete sofrimentos.

Mordaz [do latim mordace] – Satírico; maledicente.

Morfologia [do grego morphé + log(o) + -ia] – 1. Estudo dos aspectos da palavra. 2. Estudo das formas materiais. 3. Aspecto externo, formal, que a matéria pode tomar.

Morte [do latim morte] – 1. Fim da existência; termo da vida. 2. Aniquilamento das forças vitais do corpo pelo esgotamento dos órgãos. Com o corpo privado do princípio da vida orgânica, a alma se desprende dele e reingressa no mundo dos Espíritos. Etimologicamente, morte significa “cessação completa da vida do homem, do animal, do vegetal”. Genericamente, no entanto, a morte é transformação. Do ponto de vista espiritual, morrer nem sempre é desencarnar, isto é, liberar-se da matéria e das suas implicações. A desencarnação é fenômeno de abandono do corpo somático por parte do Espírito que, por sua vez, se desencanta dos condicionamentos e atavismos materiais, facultando a si mesmo plenitude de ação e de consciência. Assim, a morte é fenômeno biológico, término natural da etapa física, que dá início a novo estado de transformação molecular; a desencarnação, de outra parte, ocorre depois do processo da morte orgânica, diferindo em tempo e circunstância, de indivíduo para indivíduo, podendo ser rápida, logo após a morte, ou se alongar em estado de perturbação, conforme as disposições psíquicas e emocionais do ser espiritual. Enfim, a morte é apenas a destruição do envoltório corporal, que a alma abandona, como faz a borboleta com a crisálida, conservando porém seu corpo fluídico ou perispírito. Ver: Desencarnação.

Movimento Espírita – O Movimento Espírita é o conjunto das atividades que têm por objetivo colocar a Doutrina Espírita ao alcance e a serviço de toda a Humanidade, através do seu estudo, da sua prática e da sua divulgação.

Mundo corporal – Conjunto de seres inteligentes que têm um corpo material.

Mundo dos Espíritos – O mesmo que mundo espiritual ou mundo espírita.

Mundo espírita – Conjunto de seres inteligentes despidos de seu invólucro corpóreo. O mundo espiritual é o mundo normal, primitivo, preexistente e sobrevivente a tudo. O estado corporal é, para os Espíritos, transitório e passageiro. Ver: Mundo espiritual ou Mundo dos Espíritos.

Mundo espiritual – Designação equivalente a Mundo espírita ou Mundo dos Espíritos.

Mutação [do latim mutatione] – Alteração, mudança, modificação, transformação.

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