Dicionário-de-Espiritualidade-A

Dicionário Letra A

Letra A

Letra A

Dicionário de Espiritualidade

Abraamismo: mesmo que religiões Abraâmicas. Também chamado de “monoteísmo do deserto”, é uma designação genérica para as religiões que derivam da tradição semítica com origem na figura do patriarca Abraão. As religiões consideradas abraâmicas são o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo.

Embora não universalmente aceite há quem considere como religiões abraâmicas o Mandeísmo, a Fé Bahá’í, o Rastafarianismo e os Drusos.

As três principais religiões abraâmicas apresentam muitas semelhanças. Todas são monoteístas: acreditam num único Deus.  As características das suas narrativas sagradas partilham muitos dos mesmos valores, acontecimentos históricos e lugares.

Allan Kardec – pseudónimo de Denizard Hyppolyte Léon Rivail, considerado o fundador ou codificador do moderno Espiritismo.

Hippolyte Rivail (Lyon, 3 de outubro de 1804 — Paris, 31 de março de 1869) foi um educador, autor e tradutor francês que sob o pseudónimo de Allan Kardec publicou uma série de livros sobre espiritualidade e comunicações espirituais. O conjunto dos livros (sendo 5 os principais) é conhecido actualmente por “Codificação Espírita” pelos defensores da sua obra.

arhat, arahts

Estátuas de quinhentos arhats no templo Longhua, em Xangai, na República Popular da China

Arhat –  significa alguém muito desenvolvido espiritualmente. É um termo sânscrito usado em religiões orientais e escolas de esoterismo do ocidente para designar um ser de elevada estatura espiritual. A palavra tem, como variantes, as formas arahat, arahant, araham, rahat e lohan (na China). Significa, literalmente, “o digno, aquele que merece louvores divinos”.

Foi, primeiro, empregada para nomear os santos do jainismo. Posteriormente, o termo foi adotado pelo budismo e pela teosofia com a mesma finalidade de designação de um grande sábio.

Existem algumas ligeiras variações de significado entre as várias escolas que usam a palavra, mas, em suma, concordam que o arhat, se não atingiu a meta final da evolução humana, dela está muito próximo, e que, tendo cumprido o caminho que leva às iniciações mais elevadas, penetra nos primeiros estágios do nirvana e já não está obrigado ao renascimento.

O budismo considera o próprio Buda um arhat, embora designe com a mesma palavra os seus seguidores mais importantes, demonstrando que existe um diferencial para com a condição de Buda, mesmo ambas coincidindo em outros pontos – o que diz da elevada qualidade do arhat. No jainismo, é o mesmo que jina, um ser que obteve a iluminação e que ensina aos outros como obtê-la. Para a teosofia, arhat é, ainda, um termo técnico que indica aquele que atravessou com sucesso a 4ª Iniciação, estando imediatamente abaixo do nível de Mestre de Sabedoria ou Adepto.

Fonte: Wikipedia