Glossário Teosófico

O Glossário Teosófico é uma obra extraordinária fruto do trabalho de toda uma vida de Helena Petrovna Blavatsky e um instrumento de estudo e investigação ímpar.

(Em construção)

Glossário Teosófico Online em Português

Glossário Teosófico, Teosofia Helena Petrovna Blavatsky

Glossário Teosófico

Dicionário Teosófico

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ABREVIATURAS EMPREGADAS NO GLOSSÁRIO TEOSÓFICO

Alq. – Alquimia

Ár. – Árabe

As. – Assírio

Beng. – Bengali

Cab. – Cabala

Cald. – Caldeu

Celt. – Celta

Chin. – Chinês

Cing. – Cingalês

Cop. – Copta

Eg. – Egípcio

Esc. – Escandinavo

Esot. – Esotérico

Fen. – Fenício

Fin. – Finlandês

Gn. – Gn6stico

Gr. – Grego

Hebr. – Hebraico

Herm. – Hermetismo

Hin. – Hindu

Jap. – Japonês

Kol. – Kolariano

Lat. – Latim

Masd. – Masdeísmo

Mex. – Mexicano

Mong. – Mongol

Pál. – Páli

Pel. – Pelvi

Per. – Persa

Rus. – Russo

Sânsc. – Sânscrito

Sen. – Senzar

Sir. – Siríaco

Tam. – Tamil

Tib. – Tibetano

Zend. – Zendês

[ ] – Sinal de adição ao texto original

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As Dimensões do Glossário Teosófico

O Glossário Teosófico de Helena Petrovna Blavatsky é um livro extraordinário. Estranho. Denso. Fechado para os leitores superficiais mas que se abre aos verdadeiros buscadores do mistério das helena petrovna blavatskycoisas. Em certos aspectos e mágico pois possui aquela qualidade de transformar as criaturas. De despertar os que estão imersos no sono profunda do condicionamento. Portanto, fica aqui um conselho. Uma espécie de preparação à leitura. Leitor amigo, segure o livro cuidadosamente. Sinta o seu peso, volume, disposição gráfica, a maciez ou rugosidade de suas páginas. Acaricie a sua capa lentamente, plenamente, consciente do que está fazendo. Fique algum tempo silencioso e concentrado no fato de estar segurando firmemente este exemplar. É importante, pois tem em mão um texto profundamente significativo que pode modificar a sua vida. Para muitos, o Glossário Teosófico é como uma esfinge. Para outros, uma estrela iluminando a noite escura. Fique certo que ele possui inúmeras dimensões insuspeitadas. Profundezas que uma vez exploradas darão uma nova visão à vida.

O Glossário é um verdadeiro guia para os que anseiam algo mais do que o viver comum. Na dança das letras versas que se sucedem vão surgindo conceitos provindos das mais diversas tradições da humanidade. Centelhas provenientes dessa Sabedoria Arcaica, a Teosofia, que permeia o inconsciente coletivo das idades. É um compêndio dedicado aos ardorosos estudantes das Religiões, aos pesquisadores do mundo oculto, aos antropólogos e tantos mais. O texto pode ser considerado como sendo um verdadeiro dicionário do Oculto. Esta obra que agora é, pela primeira vez, publicada em português, é a ampliação do original lançado em 1892 por H. P. Blavatsky, no ano seguinte ao seu falecimento, tendo a autora apenas visto as primeiras trinta e duas primeiras páginas da primeira edição. O Glossário nos dá informações procedentes de camadas de pensamento Sânscrito, Persa, Tibetano, Páli, Caldaico, Escandinavo, Hebraico, Grego, Latino, Cabalístico e Gnóstico, dando ao leitor informações que se encontra, dificilmente, em esparsas obras, quase sempre inacessíveis.

Depois da morte da autora inúmeros discípulos foram enriquecendo o trabalho original com novos verbetes ou a ampliação dos comentários, e a obra se foi tornando cada vez mais densa até assumir o atual porte. Este livro é algo obrigatório na biblioteca do estudante sério do Ocultismo. Apesar de, pelas suas características, mais parecer um dicionário, é uma verdadeira enciclopédia que poderá esclarecer muitas dúvidas e abrir novos caminhos de pesquisa. A única diferença é que neste caso não existem, tal como o que ocorre em várias enciclopédias, planos de leitura da obra. Cabe ao leitor atento estabelecer o seu. Cada verbete se “engancha” no outro. Procure, atentamente, seguir as pistas reveladas pela leitura e verá como a leitura se enriquece. E com isso novas dimensões vão surgindo aos olhos do leitor. Novos caminhos vão se delineando que podem levá-lo até uma compreensão profunda.

A leitura aprofundada do Glossário permite desenvolver uma visão caleidoscópica. A cada pequenino “toque” uma nova visão surge, dando ao leitor uma visão significativa de um conjunto antes não percebido. Uma nova “paisagem” vai sendo gradativamente revelada a medida que a “neblina” vai desaparecendo.

É uma excitante aventura folhear as páginas deste livro e ir lendo, aqui e ali, os verbetes. Temos muitas vezes um choque quando vemos que eles vão, significativamente, se encaixando, produzindo uma visão em profundidade insuspeitada; fazendo aflorar ao nosso inconsciente imagens ali retidas há muito tempo. Tem-se, subitamente, a sensação do déja vu – do já visto – e um súbito assomo de alegria perpassa o nosso ser nesse reconhecimento. A alegria advinda dessa descoberta é intensa e transformadora.

Como já mencionamos, o Glossário Teosófico é, em certos aspectos, uma obra mágica pois permite tomar operativo o que antes estava, praticamente, adormecido dentro de nós. Cada verbete tem vida própria; e nitidamente recortado e cheio de cintilações. Cada palavra, cada conceito contém nuances que só um leitor atento pode captar. Quando se percebe isso, novas dimensões são conscientizadas. Uma leitura vertical – aprofundada – é uma inesquecível aventura num mundo desconhecido cheio de tesouros insuspeitados pela maioria. Um mundo pleno de dimensões ocultas que, uma vez reveladas, modificam completamente as vidas das pessoas. Fazendo-as despertar depois de um longo e profundo sono. E ver, pela primeira vez, o REAL.

Murillo Nunes de Azevedo.

 

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HELENA P. BLAVATSKY: Fundadora da Teosofia e do Glossário Teosófico

Helena Blavatsky e Henry Olcott em 1888

Há pessoas que marcam uma época e que são capazes de exercer uma influência transformadora tanto em indivíduos quanto na sociedade como um todo. Helena Petrovna Blavatsky foi uma dessas pessoas. Os depoimentos de quem a conheceu em vida são unânimes: ninguém voltava a ser o mesmo depois de ter com ela um contato que não fosse apenas superficial. Também os lugares onde ela viveu foram sacudidos pela sua presença carismática, aguerrida e inconformista. Na Índia, por exemplo, onde ela passou longos anos de sua maturidade, Blavatsky deixou marcas indeléveis. Sua participação no processo de conscientização nacional que levaria, mais tarde, à independência do jugo colonial britânico, foi determinante. Após sua morte relativamente prematura, em 1891, em Londres, pouco antes de completar sessenta anos, Blavatsky transformou-se numa espécie de mito poderoso, capaz de influenciar um sem-número de importantes inteligências criadoras, tanto na área da filosofia, como das artes, das ciências e da religião. A herança de ideias que ela deixou, traduzida no conteúdo de vários livros ou no trabalho ativo da Sociedade Teosófica, fundada por ela em Nova York em 1875 e que, rapidamente, se espalhou por todo o mundo, influenciou de maneira decisiva estadistas como Gandhi e Nehru, poetas como Yeats e Fernando Pessoa, pintores como Mondrian e Kandinsky, compositores como Alexander Scriabin, cientistas como Albert Einstein, Oppenheimer e Thomas Edison, escritores como Bernard Shaw e Aldoux Huxley, além de gigantes do espírito como Rudolf Steiner e Krishnamurti.

Encontrar a razão pela qual a mensagem de Blavatsky encontra eco tão forte na mente de investigadores de áreas tão distintas talvez não seja difícil de entender. Ela antecipa grande quantidade de informações, de colocações filosóficas e éticas, atendendo às necessidades da sua época, quando a crise do universo racional cartesiano já era bem evidente. Ao mesmo tempo, Blavatsky mergulha no passado mais remoto da humanidade, trazendo elementos da nossa paleo-história que ajudam na reconstrução da nossa tão dilacerada identidade de homens ocidentais.

Blavatsky seduzia os pensadores que com ela entravam em contato. Por exemplo, no campo da ciência, ela antecipou muitas das ideias da física relativista e da astrofísica ao postular a teoria dos campos de força, tanto os cósmicos quanto os infra-atômicos. Muito antes que a física oficial o fizesse, ela colocou a possibilidade da divisão e fragmentação do átomo, e referiu-se aos aspectos de liberação energética inerente a tais divisões. Alertou inclusive quanto aos riscos e perigos que o mau uso das técnicas da fragmentação atômica poderia acarretar. Isso cerca de sessenta anos antes que a primeira bomba atômica explodisse em Hiroxima e Nagasaki. Quando se sabe de tudo isso, fica fácil entender porque Albert Einstein tinha como livro de cabeceira A Doutrina Secreta, de Helena Blavatsky.

Blavatsky nasceu em 1831, em Ekaterinoslav, no Sul da Rússia. De ascendência aristocrática – a família materna era aparentada ao czar – ela recebeu uma educação acurada, como era de praxe para as moças da sua condição social na Rússia daquela época. Porém, nada do que ela aprendeu em sua educação convencional poderia explicar o verdadeiro fenômeno de erudição polifacetada em que ela se constituiu mais tarde. Era capaz de entabular discussões acaloradas com os maiores professores do seu tempo sobre temas os mais diversos, como a semântica de línguas arcaicas ou, então, sobre detalhes VII das complicadas teologias ocidentais e orientais.

O mistério da origem do enorme acervo de conhecimento que Blavatsky possuía nunca foi totalmente desvendado. As suas duas obras principais, A Doutrina Secreta e Ísis sem Véu, por exemplo, contém milhares de citações extraídas de outras obras, muitas das quais raríssimas, havendo apenas um ou outro exemplar guardado em bibliotecas de difícil acesso como é o caso da Biblioteca Vaticana. Cálculos já feitos mostram que, para ler todos os livros dos quais extraiu citações, Blavatsky deveria ter lido sem parar durante toda a sua vida. Mas isso não pode ter acontecido, já que ela se dedicava a muitas outras atividades, como as viagens pelo mundo afora.

Para explicar a sua surpreendente produção literária, a própria Blavatsky dava respostas que até hoje são motivo de espanto para os estudiosos. Ela afirmava estar em constante contato com seres altamente evoluídos, aos quais chamava de “Mestres”, e que, através de mecanismos paranormais como a telepatia, lhe ditavam capítulos inteiros. Esses seres seriam tanto encarnados quanto desencarnados e pertenceriam, segundo Blavatsky, a uma organização antiquíssima, a “Fraternidade Branca”, e seriam os responsáveis pelo processo de evolução espiritual da humanidade.

Foram esses Mestres, segundo ela, que a orientaram no sentido de fundar a Sociedade Teosófica, que hoje tem filiais em todo o mundo inclusive no Brasil. Na Índia, para onde a Sociedade foi transferida anos após a sua fundação nos Estados Unidos, essa agremiação desempenhou um papel determinante no processo de independência. Mahatma Gandhi, que conheceu pessoalmente Helena Blavatsky em Londres, nos últimos anos de vida dela, afirma em sua autobiografia que foi com Blavatsky e com a teosofia que iniciou-se nele o processo de conscientização que o levou à liderança do movimento de independência da Índia.

Blavatsky foi muito atacada, ainda em vida, pelos reacionários da ciência e da religião. Muitos tentaram desmascará-la, acusando-a de charlatanismo de todos os tipos. Porém, ela foi mais forte. A herança que deixou para a posteridade é prova disso. Há mais de um século vem sendo estudada, e ainda está-se longe de conclusões definitivas. Ela mesmo afirmava que sua contribuição destinava-se ao futuro, e que alguns dos aspectos mais importantes e visionários da sua mensagem só seriam compreendidos depois de passados cem anos da sua morte.

Ela é, sem dúvida, a figura mais brilhante e representativa da renascença ocultista que caracterizou a segunda metade do século passado. Foi a mensageira que transmitiu à cultura ocidental doutrinas esotéricas orientais quase desconhecidas, exceto em seus lugares de origem. Hoje, o estudo da sua obra é indispensável para a melhor compreensão de um fenômeno capital do atual momento histórico: a fusão do conhecimento do Oriente e do Ocidente e o surgir de uma postura filosófica unificadora e sistêmica. Nesse sentido, é muito importante a publicação da primeira edição em português deste Glossário Teosófico, já que ele é ferramenta quase imprescindível para agilizar a leitura dos textos de Blavatsky, muitas vezes escritos numa linguagem e com terminologias praticamente desconhecidas para o leitor ocidental não erudito em filosofias orientais e em ocultismo em geral.

Luís Pellegrini

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PREFÁCIO

Há situações extremas em que os contatos pessoa a pessoa parecem irresistivelmente necessários. Em tais condições quase sempre a linguagem torna-se insuficiente para expressar o desejado, o sentido. O inefável abrange o domínio do sentido, mas não o do factual, isto é, das ocorrências submetidas a expressões verbais. O Glossário Teosófico, ao lado de poucas outras obras de correntes distintas da mesma verdade, corresponde a um destes momentos em que as palavras apreendem o indizível e levam o amoroso de Ciência a se aproximar um pouco mais da auto-iniciação.

Há obras que buscam facilitar o contato com o Iniciador (cito, por exemplo, O Livro da Magia Sagrada atribuído a Abramelin), outros buscam fornecer matéria de reflexão e regras mínimas de conduta a fim de se obter a Iluminação e, ainda, há aqueles que relatam a experiência pessoal da Iniciação. O Glossário não se assemelha a nenhum destes. É um livro que procura reunir informações conceituais conducentes a um melhor entendimento daqueles acima indicados. Vencida esta etapa preliminar de familiarização e consequente afastamento do medo, este terrível gigante obstaculizador do entendimento, advém uma segunda etapa de perplexidade, de deslumbramento com a proximidade de algo semelhante à verdade. Desorientado, embora na Senda, o aprendiz busca por um companheiro de jornada, alguém que vislumbre o rumo a seguir e saiba transmitir alguma confiança.

Uma nova etapa se instala na vida daquele que busca e trilha a Senda: tudo lhe parece claro e de contornos definidos. Mergulha, então, no mais perigoso dos descaminhos, a aparência do Saber. Neste deslumbramento em que um poder imenso parece lhe ter sido conferido, o aspirante sente-se um mestre e começa a propagar a réstia de luz que pode ter absorvido como se fosse a própria Luz.

O Tempo, depurador de tais sintomas, acaba por mostrar a realidade de que o raciocínio nada mais é do que a arte de enganar-se. O Sendeiro parece, então, desolado e este é o momento em que muitos dele se apartam.

Aos persistentes, embora perplexos, se apresenta uma nova fase, a expectativa consciente do Saber. Nesta etapa, por vezes muito demorada, apresenta-se uma nova obliteração do sentido: o poder. Este se instala insidiosamente, sem alarde. A vontade depurada e cristalina faz com que os desejos profundamente sentidos se externem como realidade e, neste estágio, o homem é senhor.

Aqui, a maioria se perde da Senda. O poder desperta o capricho e a crueldade. No campo do sentimento, o pequeno tirano maltrata a vítima de seu Amor. No campo da mundividência, restabelece regras rígidas de interpretação que forceja por aplicar a seus circunstantes. O poder pelo poder e não a serviço transforma o Senhor em escravo de seus próprios caprichos e o anula no Sendeiro.

Entretanto, transporta esta prova, quase definitiva, chega o momento do Saber. Mas os sabedores não se esquecem de que o adepto, isto é, o realizado na Senda, não fica livre de uma derradeira e poderosa provação: o desejo de retirar-se.

A fadiga do poder permanentemente a serviço de seus coetâneos, a orientação persistente aos companheiros de Senda, eis a última pedra de toque do Conhecedor. Transposto este último canto de sereia, arrimado nos bordões da Sabedoria e do Poder, surge o Homem, surge o Adepto, surge a Vida. Possa o Glossário planificar o acesso à Senda para os buscadores da Vida, conforme o planejado por HPB.

Márcio Pugliesi

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PREFÁCIO DA PRIMEIRA EDIÇÃO INGLESA

O Glossário Teosófico tem contra si a desvantagem de ser, quase inteiramente, uma obra póstuma, uma vez que a sua autora pôde ver apenas as primeiras trinta e duas páginas das provas tipográficas. Esta circunstância é tanto mais lamentável pelo fato de H. P. Blavatsky, como de costume, ir acrescentando grande quantidade de verbetes ao original. Assim, sem duvida nenhuma, esta obra teria alcançado dimensões muito superiores às atuais, o que lançaria muito mais luz a grande número de termos obscuros não incluídos no presente glossário. E, mais importante, ter-nos-ia oferecido um vislumbre das vidas e ensinamentos dos Adeptos mais famosos, tanto do Oriente como do Ocidente.

O objetivo do Glossário Teosófico é proporcionar algumas informações sobre os principais termos sânscritos, pahlavis, tibetanos, pális, caldeus, persas, escandinavos, hebraicos, gregos, latinos, cabalísticos e gnósticos, e também sobre os termos do Ocultismo geralmente utilizados na literatura teosófica e que são encontrados principalmente em Ísis sem Véu, O Budismo Esotérico, Doutrina Secreta, Chave da Teosofia etc., bem como nas revistas e outras publicações da Sociedade Teosófica.

Os verbetes assinalados com as iniciais W.W.W., que explicam palavras pertencentes à Cabala ou, então, lançam luz sobre as doutrinas Rosacruzes ou Herméticas, foram fornecidos, a pedido de H. P. Blavatsky, por W. Wynn Wescott, secretário-geral da Sociedade Rosacruz e predicante da Cabala na Ordem Hermética do G.D.

P. Blavatsky desejava também manifestar que, no que se refere à ordenação dos verbetes, foram para ela de grande valia o Dicionário Sânscrito-Chinês de Eitel, o Dicionário Clássico Hindu de Dowson, o Vichnu Purâna de Wilson e a Real Enciclopédia Maçónica de Kenneth Mackenzie.

Como aquele que se subscreve não pretende possuir a esmerada e extraordinária erudição necessária para editar um livro com tantos verbetes variados e poliglotas como este, última produção com que H. P. Blavatsky enriqueceu a literatura teosófica, é claro que, forçosamente, haverá, entre outros, erros de transliteração, que os especialistas desta área logo encontrarão.

Contudo, como cada orientalista possui seu próprio sistema, poderão todos muito bem perdoar tais defeitos desta obra, não os imputando ao Karma do editor.

 

G.R.S.MEAD

Londres, janeiro de 1892.

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