Hercílio Maes

CAPITULO 11

Uma observação individual
(Sobre Hercílio Maes)

 

PERGUNTA: — Poderíeis nos esclarecer melhor o assun­to dos capítulos anteriores com algum exemplo mais objeti­vo? Talvez pudésseis torná-lo mais claro baseando-vos no trabalho e nas características do próprio médium que vos recepciona o pensamento neste instante. É possível?

RAMATÍS: — É óbvio que todo médium precisa disci­plinar-se sob certo roteiro de desenvolvimento e correção mediúnica, porquanto não há privilégios especiais nem sal­tos miraculosos e extemporâneos que violentem o processo de educação do espírito na matéria ou nas suas relações com o Além. Deste modo, o nosso médium atual também encon­trou os percalços comuns do caminho acidentado do desen­volvimento e do progresso mediúnico, por cujo motivo as suas primeiras comunicações foram confusas, vacilantes, e um tanto prejudicadas pela sua interferência anímica.

Ele atravessou os primeiros anos de sua eclosão mediú­nica em intensa luta interior, para poder firmar-se no rotei­ro satisfatório com que hoje já nos recepciona o pensamen­to manifesto do “lado de cá”. Enfrentando os tropeços natu­rais à iniciação de todo médium intuitivo e ainda incipiente — porque era consciente e “sabia” de tudo o que lhe passa­va pelo cérebro — ele opunha dúvidas às mensagens trans­mitidas por seu intermédio desconfiando tratar-se de idéias exclusivamente de sua mente em vez de comunicações procedentes de espíritos desencarnados.

Muitas vezes deixou-se tomar pelo desânimo, sem poder definir com segurança a natureza de sua função mediúnica, pois escapava-lhe o recurso de dominar o fenômeno impon­derável aos sentidos físicos e assim não podia firmar uma base concreta para prová-lo. Igualmente ao que acontece à maior parte dos médiuns recém-ingressos na seara espírita, o nosso sensitivo alimentava a ilusão de ver-se desenvolvido do dia para a noite, sob um passe de mágica aplicado pelo seu guia ainda desconhecido. Julgou que a sua mediunidade ainda’ chegaria a eclodir de modo instantâneo e sonambúli­co, permitindo-lhe mais tarde incorporar os espíritos sem ter “consciência” disso.

Seguimo-lo, passo a passo, no seu caminho árduo e con­fuso, e só podíamos acenar-lhe e encorajá-lo no silêncio ínti­mo de sua alma, convidando-o a prosseguir sem desânimo e a estudar com perseverança, para então dominar a sua sus­peita prejudicial. Aceitamos, esperançosos do futuro, a cota de equívocos e dificuldades que ele nos opunha nos seus comunicados mediúnicos, assim como submetemo-nos docilmente à concepção preconcebida com que ele emoldu­rava a sua mente no tocante à vida extra-terrena e à resis­tência ortodóxa que nos restringia as conceituações filosófi­cas da imortalidade da alma. Por entre a desconfiança do médium e a sua imaginação indisciplinada, condescendendo com as idéias fantasiosas que ele inconsciente e animica­mente interpelava nos assuntos que lhe havíamos ventilado junto ao cérebro perispiritual, pouco a pouco avançamos, por entre o cipoal das suas contradições mediúnicas e supo­sições ingênuas, para lograrmos com ele o serviço que já nos satisfaz na hora atual.

No entanto, como o sabíamos responsável por certo tra­balho psicográfico, que mutuamente combináramos no Espaço, antes de sua atual encarnação, e conhecendo tam­bém o roteiro dificultoso de todo médium intuitivo, sonam­búlico ou fenomênico, não nos preocupávamos com as suas comunicações triviais, anímicas ou fantasiosas das primeiras horas de labor mediúnico. Muito antes de apurar-lhe o inte­lecto, importava-nos ajudá-lo a acertar a sua bússola espiri­tual para o Norte Evangélico, que deve ser o refúgio seguro de todo médium desejoso de participar do serviço superior, sem a preocupação de glórias e veleidades efêmeras do mundo físico transitório.

Depois, então, intuímo-lo, incessantemente, para desen­volver sua mente no estudo proveitoso da ciência espiritual, assim como ajuizar com respeito aos esforços benfeitores dos demais trabalhadores da vida do espírito imortal. Enquanto isso acontecia, acompanhávamos o seu desenvol­vimento mediúnico, ainda na fase tormentosa e sob o assé­dio das entidades imperfeitas, que sempre se aproveitam da porta aberta pelo descuido evangélico.

 

PERGUNTA: — Quereis dizer que os mentores desen­carnados não operam com seus médiuns exclusivamente nas horas da sessão mediúnica, mas o fazem durante o tempo em que eles cumprem suas tarefas cotidianas no mundo profano; não é assim?

RAMATÍS: — Os espíritos desencarnados e de respon­sabilidade, quanto mais preocupados com sua renovação espiritual, tanto mais se sobrecarregam com múltiplas obri­gações e compromissos no plano sideral, por cujo motivo não podem permanecer “colados” seguidamente aos seus pupilos, na Terra, os quais também recebem outros auxílios de amigos, simpatizantes e parentes desencarnados. No entanto, todo tempo disponível de que os mentores e guias dispõem, entre as suas tarefas no Espaço, empregam-no para ajudar os encarnados sob sua responsabilidade cármi­ca, assim como fazemos com o nosso sensitivo, ao qual esta­mos ligados por velhos laços de amizade espiritual e a quem tudo temos feito para guiá-lo aos objetivos benfeitores da vida imortal.

Dentro de um plano estabelecido antecipadamente, sem­pre o intuímos para a leitura proveitosa e o melhor conheci­mento espiritual, assim como o encaminhamos para junto daqueles que são mais experimentados e podem alertá-lo no serviço mediúnico e sobre os seus deveres espirituais. Muitas vezes por “coincidência”, o nosso médium abriu o livro na página exata, obtendo a explicação correta para a sua dúvida angustiosa do momento. Certa vez conseguimos inspirar um seu amigo que, então, o presenteou com uma obra benfeitora, que o ajudou a solucionar parte dos problemas aflitivos do desenvolvimento mediúnico.

Através de laços invisíveis, que os encarnados ignoram na sua vida cotidiana, os seus amigos desencarnados os assistem e ajudam i solver desde as questões mais diminutas, quando promovidas pela dúvida sincera, até às soluções dificultosas que modificam os destinos humanos.

 

PERGUNTA: — Consta-nos que os mentores chegam às vezes a mobilizar espíritos mais primitivos ou sofredores, para beneficiarem os seus protegidos. Isso também aconte­ceu com o vosso médium?

RAMATíS: — Algumas vezes, quando o nosso media­neiro acentuava a sua desconfiança sobre a imortalidade do espírito, quer por não possuir provas concretas disso, ou por­que não lograva sentir fisicamente os fluidos perispirituais, nós o submetíamos, nas sessões mediúnicas, à ação dos flui­dos densos e coercivos das entidades menos felizes, que assim deixavam-lhe marcada na própria carne a convicção de que o “espírito existe”. Sujeito a esse recurso drástico, em que ele mudava até a sua expressão fisionômica, a sua lin­guagem e o teor dos sentimentos sob a ação do espírito comunicante sofredor ou rebelde, e embora afligido durante a incorporação, fortalecia-se, no entanto, a sua convicção íntima da sobrevivência da alma e também o respeito aos postulados espíritas.

O exercício mediúnico confrangedor deu-lhe também a compreensão de que os espíritos benfeitores dificilmente podem se fazer sentir fisicamente sobre os médiuns ou de maneira a oprimi-los, porque os seus fluidos são mais rare­feitos e suaves, causando apenas uma leve impressão de natureza psíquica, em vez de qualquer violência ou opressão na carne. Só as almas atribuladas, imperfeitas ou mal-inten­cionadas é que costumam atuar com violência ou rudeza nos seus medianeiros, dissipando-lhes as desconfianças quanto à realidade inconteste do outro mundo. É o fluido confrange­dor, dos espíritos sofredores, o recurso de que as entidades do Bem costumam por vezes se utilizar a fim de dissipar a dúvida de muito S. Tomé encarnado!…

Deste modo, o nosso médium também necessitou ser submetido à tarefa mediúnica com os desencarnados sofre­dores, imperfeitos ou rebeldes, que lhe proporcionaram o ensejo valioso de poder discernir na sua própria carne a variedade dos fluidos bons ou maus dos espíritos desencar­nados, assim como o de convencer-se de sua própria existên­cia imortal. O médium compreendeu, por fim, que, de acor­do com as intenções e o grau evolutivo dos espíritos desen­carnados, também se alteram a densidade, a temperatura e o próprio odor dos seus fluidos. Isso tornou-o mais percu­ciente na auscultação fluídica dos desencarnados e amadu­receu-lhe o senso de vigilância, o que muito o ajudou mais tarde a recusar em tempo as idéias e as sugestões capciosas que certas entidades tentaram incutir-lhe na mente à conta de nossa responsabilidade espiritual.

Após tantos tropeços e decepções, o nosso sensitivo reco­nheceu, por fim, que só um estudo disciplinado, tenaz e perse­verante, com o aproveitamento de todos os minutos disponí­veis em sua vida profana, para melhorar o seu padrão moral, é que realmente poderia ajudá-lo a solucionar todas as incóg­nitas e os problemas aflitivos do exercício da mediunidade intuitiva. Estudo, trabalho e disciplina a serviço do próximo passaram a significar-lhe as principais etapas do processo de crescimento e do seu sucesso no cultivo da faculdade mediú­nica. Eis por que advertimo-vos de que não é bastante que o médium dispense algumas dezenas de horas junto à mesa espírita, na tentativa de captar as idéias dos desencarnados e expô-las ao público vestidas com a sua capacidade intelec­tual, e assim lograr o êxito almejado no cultivo da mediunidade. É preciso, também, que o médium se aprimore no trato cotidiano dentro de suas próprias obrigações comuns, no con­tato com os demais espíritos “encarnados” que também ofere­cem inúmeros ensejos à luz do dia para o intercâmbio benfei­tor ou condenável.-

O desenvolvimento mediúnico, em verdade, só termina no momento em que o médium cerra os olhos para o mundo carnal e retorna ao Espaço, a fim de submeter seus atos e propósitos à apreciação da contabilidade divina, que então o julgará quanto ao bom ou mau uso da faculdade que lhe foi cedida por empréstimo em favor de sua própria redenção espiritual.

 

PERGUNTA: — E já considerais o vosso médium atual como um instrumento fiel para a transmissão de vossas mensagens ao mundo material?

RAMATÍS: Embora julguemos que ele ainda não seja o instrumento ideal para a fidelidade de nossas mensagens, pois às vezes também as interpreta segundo as suas próprias concepções filosóficas e temperamento psicológico, podemos assegurar que já nos facilita muitíssimo o trabalho do inter­câmbio mediúnico. Tal como a ferramenta que se aguça pelo uso constante, cremos que pouco a pouco ele há de se ajustar ao esquema exato de nossa responsabilidade comunicativa para a Terra, e assim revelar mais fielmente as nossas caracte­rísticas espirituais.

Graças à sua maleabilidade psíquica e isenção de pre­conceitos intelectuais ou religiosos, o nosso médium já nos permite maior fluência de idéias e reduz a sua interferência anímica. Isso favorece-nos bastante, porque a ausência de premeditações doutrinárias ou prevenções pessoais permite-nos abordar assuntos educativos cursados noutras ativida­des espirituais, além do labor espirítico. A sua despreocupa­ção para com seita e ortodoxia religiosa, assim como o res­peito para com os demais movimentos redentores da alma, tais como a Teosofia, o Esoterismo, a Rosa-Cruz, a Yoga, o mediunismo de Umbanda ou a mensagem de Krisnamurti, deixa-nos em liberdade para transferir aos leitores um con­teúdo de caráter mais universalista.

 

 

PERGUNTA: — Pressupomos, pois, que, à medida que aumenta a visão global dos médiuns, os seus guias também podem “melhorar” os seus próprias conceitos e perspectivas de esclarecimento espiritual; não é assim?

RAMATÍS: – Assim como a substituição gradativa de vidros cada vez mais transparentes, na lanterna, não lhe aumenta a quantidade e a qualidade intrínseca da luz, mas só proporciona maior fidelidade na iluminação, o discerni­mento, o progresso filosófico ou intelectivo do médium tam­bém não amplia o quociente espiritual e a visão já desenvol­vida dos seus guias, mas apenas facilita-lhes patentearem com mais exatidão o valioso acervo psíquico de que já são portadores como aquisição espiritual definitiva.

A elevação moral do médium proporciona a si mesmo melhor transparência espiritual, o que então favorece aos desencarnados sábios e benfeitores o ensejo de revelarem para o mundo carnal maior conteúdo do seu conhecimento e atributos siderais. Conforme já expusemos alhures, o médium é o filtro do pensamento dos desencarnados para a matéria. Assim, quanto maior amplitude intelectiva e quali­dade espiritual ele puder oferecer aos seus comunicantes, também há de favorecer-lhes para a exposição mais fiel de suas mensagens.

 

PERGUNTA: — A fim de avaliarmos o progresso da sua própria mediunidade intuitiva, podeis dizer quais são os valores que o vosso médium atual já consolidou para servir-vos de modo mais eficiente nas transmissões mediánicas?

RAMATIS: — Visto que o nosso sensitivo é consciente de quase tudo o que lhe comunicamos em espírito ou do que ele percebe em contato com a nossa mente, já se reduziram bas­tante as nossas dificuldades comunicativas, porque ele, por isso, é bem mais confiante nas mensagens que transferimos do “lado de cá”, destinadas às reflexões dos encarnados. A sua convicção de que operamos com intenções benfeitoras e educativas; de que atuamos sob a inspiração db Divino Jesus e sem quaisquer interesses subversivos, deixou-o mais tranqüilo no seu serviço mediúnico, animando-o para cooperar com satisfa­ção no serviço útil do Bem.

Quanto à natureza dos valores que ele já deveria ter conso­lidado para servir-nos com melhor proficiência espiritual, cre­mos que é inútil repisarmos tudo o que já vos temos dito inces­santemente até este momento. Esses valores, que quereis conhe­cer, são resultantes do estudo incessante das obras máximas do espiritualismo, do serviço desinteressado ao próximo e do cons­tante aprimoramento moral, que é de obrigação de qualquer médium, seja intuitivo, sonâmbulo ou de efeitos físicos.

 

PERGUNTA: — Mas não podemos deixar de reconhecer que o vosso médium atual já nasceu com certas qualidades psíquicas latentes, que devem tê-lo favorecido bastante para alcançar o índice de aproveitamento e a capacidade com que recepciona as vossas mensagens mais incomuns.

RAMATIS: — Todos vós possuís no âmago da alma a mesma qualidade intrínseca a todo ser criado por Deus! E, no caso dos médiuns, aqueles que já apresentaram melhor graduação espiritual e capacidade mental devem-no ao seu trabalho eficiente e qualitativo, fruto de seu esforço abnega­do e aproveitamento de todos os seus minutos disponíveis em favor da causa espiritual. Não há dúvida de que há sem­pre uma diferença de capacidade, inteligência e moralidade entre os homens, mas isso é devido à própria idade sideral de suas consciências forjadas no tempo e no espaço, que lhes gradua o entendimento mental e a natureza do sentimento.

Isso também ocorre com o nosso sensitivo, que de forma alguma é um ser excepcional entre vós, nem é missionário eleito para as pregações apostolares de salvação da humani­dade, só porque transmite aos encarnados as nossas singelas mensagens de convite ao Bem. Ele é apenas um espírito de origem comum a todos os demais seres, embora cumprindo tarefa, que solicitou, de cooperar no serviço espiritual entre o Além e a Terra. Mas nesse labor ele é um dos mais interessados, porque do seu êxito também resultará maior crédito para a recuperação de suas forças mal empregadas em algumas existências passadas.

Com o serviço extra, de divulgação espiritual, ele conju­ga as suas próprias necessidades espirituais e luta arduamen­te para obter o maior resultado possível no usufruto da facul­dade mediúnica, que é o acréscimo concedido para a liquida­ção mais urgente de sua dívida cármica.

 

PERGUNTA: — Supondo-se que o vosso médium atual recusasse cumprir a sua promessa de intercambiar as vos­sas mensagens para a Terra, porventura ele poderia ser substituído com o mesmo êxito?

RAMATIS: — O bom êxito dos programas espirituais benfeitores, do Espaço, não fica adstrito exclusivamente à complacência ou à vontade caprichosa de qualquer médium irresoluto. Em nosso caso, muitos outros médiuns poderiam substituir o que nos serve neste momento e, quiçá, até com vantagem, se ele se recusasse a cumprir suas promessas efe­tuadas antes de imergir nos fluidos do ambiente terráqueo.

Seria grande tolice de sua parte julgar-se ele um elemen­to indispensável e insubstituível, pois ainda existem no vosso orbe médiuns capazes, sensatos e disciplinados, que poderiam superar o nosso sensitivo no intercâmbio mediú­nico. Repetimo-vos: ele é apenas um trabalhador de boa vontade, muitíssimo interessado no salário proveitoso, mas não um missionário eleito pelo Alto e com a incumbência de rasgar a cortina de sombras do planeta Terra. Através de sua mediunidade intuitiva, nós, espíritos desencarnados, tenta­mos recordar-vos os ensinamentos espirituais que os eleitos do Senhor já semearam muito antes de nossa singela inter­ferência. Nós também de modo algum pretendemos merecer a coroa de glória que auréola os santos e os eleitos do Pai, pois não podemos acrescentar algo novo sobre a face da Terra, mas apenas avivar conceitos milenários e efetuar algumas comparações úteis, no esforço de confirmar a juste­za dos conceitos evangélicos de Jesus.

Nenhum ser, indistintamente, foi jamais deserdado por Deus em matéria de suas elevadas qualidades espirituais inatas, pois todos serão chamados, na hora oportuna, para colaborar no serviço sublime da redenção humana dos mais infelizes. Assim, a tarefa mediúnica que exerce o nosso sensitivo é trabalho comum a todo aquele que aceita o serviço sacrificial para o seu próprio bem e em favor da vida imortal. Mas no exercício da mediunidade proveitosa e sã, o médium não pode servir a Deus e a Manon, ao mesmo tempo, ou seja reunir o útil do serviço mediúnico ao agradável do prazer transitório do mundo carnal. Assim como o bom adubo desenvolve mais vigorosa e rapida­mente a flor tenra, o trabalho mediúnico incessante, no serviço do bem, também desperta e desenvolve as qualidades latentes e sublimes de todos os médiuns.

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Índice de MEDIUNISMO DE RAMATIS

Ramatis. No campo da mediunidade. Algumas palavras do médium. Preâmbulo. Sobre Hercílio Maes.

CAPÍTULO 1 – Considerações sobre o”Livro dos Médiuns”

CAPITULO 2 – A Mediunidade e o”Consolador” prometido

CAPITULO 3 – Todas as criaturas são médiuns?

CAPITULO 4 – A”prova” da obsessão

CAPITULO 5 – Os trabalhadores ativos no serviço mediúnico

CAPÍTULO 6 – O médium de “mesa” e o de”terreiro”

CAPITULO 7 – Considerações sobre a mediunidade natural e a de prova

CAPITULO 8 – As dificuldades nas comunicações mediúnicas com o Alto

CAPITULO 9 – A extensão e profundidade das comunicações mediúnicas

CAPITULO 10 – O médium anímico-mediúnico e o Intuitivo

CAPITULO 11 – Uma observação individual

CAPITULO 12 – A mediunidade mecânica

CAPITULO 13 – A mediunidade intuitiva e a de incorporação

CAPÍTULO 14 – Mediunidade sonambúlica

CAPITULO 15 – Trabalhos de tiptologia

CAPITULO 16 – As comunicações perversivas pela tiptologia

CAPÍTULO 17 – Considerações sobre a vidência

CAPITULO 18 – Vidência ideoplástica

CAPITULO 19 – Algumas observações sobre o animismo

CAPITULO 20 – O aproveitamento anímico nas comunicações mediúnicas

CAPITULO 21 – A influência anímica na abertura dos trabalhos mediúnicos

CAPÍTULO 22 – A sugestão e a imaginação nas comunicações mediúnicas

CAPITULO 23 – O espírita e o bom humor

CAPITULO 24 – A telepatia e as comunicações mediúnicas

CAPITULO 25 – O problema da mistificação

CAPITULO 26 – As comunicações dos espíritos sobre tesouros enterrados

CAPITULO 27 – Considerações sobre a castidade por parte dos médiuns

CAPITULO 28 – Aspectos psicológicos das encarnações de apóstolos e líderes do cristianismo

CAPITULO 29 – A função dos guias e as obrigações dos médiuns

CAPITULO 30 – O peditório aos amigos do espaço

CAPITULO 31 – As influências obsessivas sobre os médiuns e suas consequências

CAPÍTULO 32 – Considerações sobre o desenvolvimento mediúnico